quarta-feira, 16 de julho de 2008

Portugal: Rendimento Mínimo e Dá-me uma Casa



Sempre fui contra os Rendimentos Mínimos ou Rendimentos Sociais de Inserção, independentemente da forma como queiram colocar a questão.

Considero que estes tipos de apoios incentivam não a Inserção Social, mas a Exclusão Social. Incentivam o não trabalhar e a não produção.

Digo por vezes, em jeito de brincadeira a sério, que todos devemos contribuir para o nosso PIB, e é isso mesmo. Se não incutirmos no espírito das pessoas a necessidade de ir "buscar mais", então a Cultura é a do "encosto". Se não despertarmos o engenho e o intelecto, então a Cultura é a do "mais fácil".

As pessoas têm naturalmente direito ao seu mínimo de dignidade, mas também têm deveres perante a sociedade.

Hoje nos jornais fico estupefacto quando vejo que 90% dos moradores de um Bairro Social têm o famoso Rendimento Mínimo, mas por outro lado vejo-os aos tiros, isto é, têm dinheiro para comprar armas (é para isto que vão os meus impostos?). Fico ainda mais estupefacto quando num ápice, e com o intuito de terem mais casas, aparecem como por milagre o dobro das famílias que estavam registadas.

Estes são alguns dos exemplos típicos (cada vez mais generalizados) de como resolver situações supostamente problemáticas, isto é, quem se diz coitadinho (que do que me é dado a observar não são) está a desbaratar o dinheiro dos meus impostos sem contribuir para o país.

Talvez numa visão fria no que se refere a questões sociais, na vida empresarial pensa-se no Retorno do Investimento. Para estes casos, o Retorno do Investimento é sempre negativo e com políticas destas afundará no poço do negativo para sempre, com tendência a aumentar!

Eu quero saber para onde vão os meus impostos e, quando vejo situações destas, verifico que ele não está a ser bem aplicado!

1 comentário:

Anónimo disse...

Sou contra o Rend. Minimo também por tudo o exposto e é mais que altura de acabar com essa que, considero, é a pior iniciativa que existe em Portugal neste momento.